Informação demais na realidade aumentada

Já escrevi aqui sobre realidade aumentada e volto ao assunto porque o vídeo abaixo chama atenção pelo excesso de informação. O vídeo  é da mestranda em Arquitetura da Bartlett School, em Londres, Keiichi Matsuda, e mostra o exagero de dados que se pode conseguir com a tecnologia.

O cenário é uma casa e a profusão de informação entope o cérebro. Claro que a geração entre os 12 e 25 anos vai acha isso uma maravilha. Bom para as empresas de publicidade e mídia.

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Ata Notarial: remédio jurídico para crimes na web

Gilvan de França e Nícola Martins, acadêmicos do curso de Jornalismo da Faculdade Satc, são autores do podcast Ata Notarial: remédio jurídico para crimes na web. O podcast é resultado da disciplina Projeto Experimental II – Rádio, sob minha orientação.

Ata Notarial, cabe aqui informar antes da audição, é um instituto previsto na Lei Federal 8935/94, que define a competência dos “notários”, os responsáveis legais pelos cartórios ou tabelionatos. Conforme a lei, eles, entre outros atos, “lavram atas notariais”. Da mesma forma, o artigo 364 do Código de Processo Civil Brasileiro determina que o documento público prova fatos que o escrivão ou o tabelião ou o funcionário declarar que ocorreram em sua presença”.

O podcast foi dividido em três programetes (7’33”, 6’45 e 6’32”) neste tocador.
http://www.archive.org/flow/flowplayer.commercial-3.0.5.swf
Sinopse do podcast:
Os crimes na rede mundial de computadores crescem na mesma proporção da quantidade de pessoas acessando a internet em todo o mundo. Provar calúnia, difamação, injúria e danos morais, entre outros crimes possíveis no meio, pode se tornar impossível se o conteúdo ofensivo for retirado da rede depois de postado. A solução é a utilização da Ata Notarial, um remédio jurídico existente no ordenamento jurídico brasileiro, mas pouco conhecido da população em geral e, inclusive, dos usuários da rede mundial de computadores. Esclarecer, informar e orientar os cidadãos desse direito é o objetivo do presente projeto experimental.

Qual o futuro da atividade jornalística?

O que o futuro reserva para a atividade jornalística, descartada a opção por jornais e revistas no formato tradicional? Como será possível sobreviver numa nova realidade marcada pela participação dos cidadãos como produtores de notícias e pela necessidade de especialização para ocupar nichos informativos?

Quer as respostas ou pelo menos alguma pista relevante? Leia o artigo A crise dos jornais está na agenda, e a dos jornalistas?, do Carlos Castilho, no blog Código Aberto, no site do Observatório da Imprensa. Castilho é um dos poucos que está se debruçando sobre a atividade jornalística nestes tempos de incertezas.