Cite, não faça plágio!

O jornalista Ricardo Soares escreveu no blog dele (aqui) que “escrever profissionalmente passou a ser, nesses tempos de bom mocismo, uma atividade asséptica, eivada de regrinhas, manuais, métodos”. Ele tem lá as razões dele e, bem a propósito, desce a lenha no jornalismo “sem motivação, sem inspiração, sem personalismo”.

Em determinado ponto ele fala daquilo que quero tratar hoje: o plágio. Ricardo Soares escreve o seguinte: “Impera a cultura do telefone, do e-mail, do “google journalism”.

O pior é quando o “google journalism” se baseia apenas no control+C/control+V.

O que segue foi retirado do Dicionário Aurélio:

    plagiar
    [De plágio + -ar2.]
    Verbo transitivo direto.
    1.Assinar ou apresentar como seu (obra artística ou científica de outrem).
    2.Imitar (trabalho alheio).

Caro leitor, ao publicar informação não apurada por você, seja honesto e faça direito. Cite:

  • o autor (quem apurou e/ou escreveu o texto original);
  • a seção do site, a seção ou coluna do jornal, da revista, o programa de rádio ou de tevê;
  • o meio de comunicação.

Na web, espaço de liberdade, deve prevalecer a honestidade. Por isso, faça, além da citação, um link direto para o texto, foto, vídeo ou documento usado por você. Toda citação literal deve estar entre aspas com referência à fonte.

Abaixo vai exemplos que utilizo em aulas de redação jornalística para a web.

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3 comentários sobre “Cite, não faça plágio!

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